Professor: Marco Giannotti
 Objetivos: As reflexões visam algumas das variadas maneiras de se utilizar as cores. Não pretendo de modo alguma dar conta de um fenômeno tão complexo em um século extremamente prolífico. Não pretendo muito menos seguir uma cronologia. Recortes sobre a Cor são antes de tudo diferentes pontos de vista que podem ser lançados sobre o fenômeno cromático. Justificativa: As cores se infiltram de maneira sinuosa no nosso olhar, nas janelas, nos objetos, nos costumes. Entender a cor hoje em dia implica em tomar pontos de vistas diversos. Não temos, efetivamente um critério único para descrevê-las. Ao buscar na cor uma qualidade expressiva é preciso antes de tudo aprender a se situar no tempo presente, acreditar que o artista ainda tem algo a dizer sobre sua experiência no mundo.
Programa: Cor e técnica Cor e olhar Cor e superfície Cor e espaço O corpo da cor Cor e fotografia Cor e linguagem Cor e novas tecnologias Público Alvo: artistas em formação, estudantes de arte e público em geral Período: quartas-feiras de 2010. Horário: das 19:00 às 22:00 horas Vagas: 15 Breve Currículo
No início dos anos 80 participou de vários Salões, realizando suas primeiras exposições individuais em 1988 na Galeria Paulo Figueiredo, em São Paulo e na FUNARTE, no Rio de Janeiro. Dentre as exposições coletivas, na década de 90, destacam-se Brazil Projects 90 em Los Angeles e São Paulo, Panorama da Arte Atual Brasileira , no Museu de Arte Moderna, em São Paulo, Arte Contemporânea Brasileira , no Liljevalchs Konsthall, em Estocolmo, Suécia, 13 Artistas Paulistanos , no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Programa de Exposições , no Centro Cultural São Paulo, Arte Cidade: Cidade sem Janelas , em São Paulo, IV Bienal de Cuenca , no Equador, City Caniba l, no Paço das Artes, em São Paulo, Terra e Mar à vista , no Itaú Cultural, também em São Paulo, Quase nada , no Nassauicher Kunstverein Wiesbaden, na Alemanha e a II Bienal do Mercosul , em Porto Alegre. As principais individuais durante estes anos foram: Fachadas , no Museu de Arte de São Paulo e na Casa de Cultura Mário Quintana, em Porto Alegre, Cárcere , no Paço Imperial, no Rio de Janeiro, e na Marina Potrich Galeria, em Goiânia, Cromos e Pinturas , na Galeria São Paulo e Circuitos, no Paço das Artes, em São Paulo, e na Galeria Ana Maria Niemeyer, no Rio de Janeiro. Em 2000 integrou a coletiva Os Anjos Estão de Volta , na Pinacoteca de São Paulo e apresentou a individual Relevos , no Centro Universitário Maria Antonia, em São Paulo. Em 2001 fez parte da III Bienal do Mercosul , em Porto Alegre e realizou a individual Pinturas , na Galeria São Paulo. Em 2002 participou das exposições coletivas Amílcar de Castro/Tangências , em Porto Alegre, 28(+) Pintura , no Espaço Virgílio e ArteCidadeZonaLeste , estas últimas em São Paulo. Em 2003 realizou a individual Nenhuma Distância, Nenhum Infinito , no Espaço Virgílio, em São Paulo e integrou as coletivas Ária, na Galeria de Arte, em Recife e Marcantônio Vilaça - Interfaces , no Museu de Arte Contemporânea de São Paulo. No ano de 2004 integra as exposições coletivas Casa: uma Poética do Espaço , no Museu da Vale do Rio Doce, em Vitória, Outro Lugar , no Espaço Virgílio e Heterodoxia, no Memorial da América Latina, ambos em São Paulo. Em 2005 participa da coletiva BR 2005 e realiza a individual Oleodutos, ambas na Galeria Virgílio. Em 2006 participa das individuais Marco Giannotti, Cássio Vasconcellos e Marco Buti , na Casa da Imagem, em Curitiba, Ao Mesmo Tempo Nosso Tempo , no Museu de Arte Moderna de São Paulo e Ciccilio - Acervo do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, ambas em São Paulo.
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